No dia em que não se falava em outra coisa a não ser do Big Brother Brasil, eis que o Rio Grande demonstra toda sua força midiática e emplaca o primeiro lugar dos Trending Topics do Twitter.
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Canto Alegretense, a melhor música do mundo, foi cantada pelo Fresno, maior banda do planeta, na noite de ontem, durante o programa Altas Horas, apresentado nas madrugadas de sábado da melhor rede de TV do país, a RBS.
A atriz Leila Lopes foi encontrada morta no início da madrugada desta quinta-feira (3) em seu apartamento na região do Morumbi, Zona Oeste de São Paulo, informou a Polícia Militar (PM).
PMs do 16º Batalhão encontraram a atriz já morta, caída ao lado da cama. Uma equipe dos bombeiros também foi acionada até a residência e informou que a atriz sofreu parada cardiorrespiratória seguida de morte.
Embora informações divulgadas anteriormente sobre Leila Lopes indicassem que ela tinha 40 anos, a data de nascimento da atriz no boletim de ocorrência registrado na polícia é 19 de novembro de 1959, segundo informou a delegada titular do 89º Distrito Policial, Silvana Françolin.
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Em outubro, Leila Lopes ficou duas semanas internada por causa de fortes dores abdominais. Os exames revelaram que ela sofria de endometriose, uma alteração do endométrio, dentro do útero. No mês passado os médicos retiraram o útero da atriz, que se recuperava da cirurgia.
Então o Rio Grande perdeu sua maior atriz de todos os tempos. Quem não se lembra dos trabalhos memoráveis de Leila Lopes, como sua entrevista No Limite da Morte, seu programa Entre 4 Paredes ou seu filme Pecados e Tentações, no qual ela contracena com Carlão Bazuca?
Aliás, contracenar com um ator pornô chamado Carlão Bazuca é pedir para ter dores intestinais e ter que retirar o útero.
Muito me espanta que suas amígdalas permanecessem intactas.
O passo que o artista gráfico nascido em Bagé deu ao sair de Porto Alegre e desembarcar em Hollywood, em 26 de fevereiro de 2001, foi tão espetacular quanto os trabalhos que faz hoje. Teixeira faz parte de um time de profissionais cada vez mais valorizados e presentes no cinema comercial americano: aqueles que respondem pelos efeitos visuais de superproduções como 2012 , novo filme do alemão Roland Emmerich, diretor que se tornou o grande especialista do cinema catástrofe assinando sucessos como Independence Day (1996) e Dia Depois de Amanhã (2004).
– Foi quando assisti a Independence Day numa sala do Iguatemi que decide que era aquilo que eu queria fazer na vida – diz Rodrigo, por telefone, de Los Angeles.
Pff. Se fosse gaúcho de verdade mesmo, destruiria o Laçador, maior estátua do mundo.