A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) realizou na manhã deste domingo (10) o primeiro dia de provas do seu vestibular, que termina na quarta-feira. Em Porto Alegre, um candidato teve a prova retirada ao receber uma chamada no celular durante a aplicação do exame.
Segundo o reitor da instituição, Carlos Alexandre Netto, esse procedimento faz parte das regras do concurso. “Assim é o procedimento. Se o aluno estiver com o celular e ele tocar, independentemente se ele atender ou não, a prova será retirada. Ele não deveria estar com celular”, afirmou o reitor.
Pois bem. O que fazer numa situação desssas? Nada. O pior de tudo deve ser quando o infeliz conta a situação em casa. Desta forma, descobre que foi sua própria mamãe quem ligou perguntando se pudia já buscá-lo.
Mas, com o ocorrido, concluímos que a fiscalização do vestibular da UFRGS é a melhor do RS. Abraço forte a todos os envolvidos.
Leia a matéria completa lá no G1>Vestibular.
Segundo o Portal de Informações do Governo do Estado do Acre, estes são os salários no início de carreira dos professores estaduais pelo Brasil:
Acre R$ 1.498,00
Alagoas R$ 550,40
Amazonas R$ 950,95
Bahia R$ 648,79
Distrito Federal R$ 827.42
Goiás R$ 542,34
Maranhão R$ 1.201,11
Mato Grosso R$ 723,31
Mato Gross do Sul R$ 814,60
Minas Gerais R$ 328,88
Pará R$ 370,79
Paraíba R$ 450,84
Paraná R$ 665,23
Pernambuco R$ 369,60
Piauí R$ 369,81
Rio de Janeiro R$ 540,65
Rio Grande do Norte R$ 578,66
Rio Grande do Sul R$ 504,20
Rondônia R$ 518,62
Roraima R$ 644,89
Santa Catarina R$ 579,28
São Paulo R$ 863,84
Sergipe R$ 818,40
Tocantins R$ 1.010,00
Perceba que, apesar do salário do profissional gaúcho não ser o mais elevado em valor absoluto, ele é, certamente, o que possui maior poder de compra. Afinal, professores do Acre, Amazonas e Tocantins comprovadamente gastam mais de 95% de seu rendimento bruto contratando seguranças que os protejam dos jagunços que são seus alunos nestes estados.
No Rio Grande do Sul, estado mais seguro e mais barato da nação, 504 dinheiros são mais do que suficientes para um professor manter um padrão de vida digno dos príncipes de Mônaco.
O movimento estudantil da UFRGS deu uma pausa nas eleições para o DCE e realizou no final do debate entre as chapas concorrentes, na manhã desta segunda-feira, um protesto unificado saindo da FACED (faculdade de educação) até a frente a Reitoria da UFRGS e depois seguindo para o RU, para manifestar solidariedade a estudante de Turismo Geisy Villa Nova Arruda, expulsa ontem da UNIBAN (Campinhas, São Paulo) e solicitando a manifestação de repúdio da reitoria da UFRGS.

Maior protesto do mundo
Então o DCE da UFRGS não tem mais nada pra se preocupar além de eleições internas e com a guria que foi expulsa da Uniban? Claro: a universidadepublicagratuitaedequalidade deve andar perfeita, sem problema algum.
Veja o resto da notícia no Portal Vermelho (20 anos que o Muro de Berlim caiu e o pessoal ainda faz website com temática comunista. Vai Braziu!)
Uma recomendação do Conselho Estadual de Educação do Rio Grande do Sul promete trazer alento aos travestis e transexuais que estudam ou pretendem ingressar nas escolas do Estado. O conselho propôs que os estabelecimentos públicos reconheçam travestis e transexuais pelos nomes adotados por eles em vez de utilizar os nomes de batismo.
A atitude é uma resposta à coordenação do Programa Conjunto das Nações Unidas Sobre HIV/Aids – Unaids Brasil, que reivindicava a inclusão do nome social de travestis e transexuais nos registros escolares (livro de chamada, caderneta escolar, histórico, certificados, diplomas, declarações e demais registros escolares dos estabelecimentos de ensino do Estado).
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