Hoje foi um dia e tanto para a capital da República Rio-Grandense. Uma chuva torrencial, por muitos chamada de Segundo Dilúvio, aquele mandado para exterminar os paulistas, atormentou a Grande Porto Alegre. Ventos de 133km/h (sem exageros) fizeram proezas dignas dos mitos gregos e do Capitão Rodrigo, como arrancar árvores inteiras, com raiz e tudo no pátio da PUCRS.
O trânsito ficou caótico, áreas inteiras sem energia elétrica, mas o heroísmo de nossos motoristas de ônibus e engenheiros eletricistas rapidamente resolveu a situação.
O furacão continuou a de mover para o Norte, assolando o interior do estado e finalmente o Resto do País. Minutos após a calmaria comecavam a pipocar alertas heróicos de gaúchos de outros pampas sobre mais ventos fortíssimos e chuvas que em minutos encheriam rios não tão grandes quanto o Guaíba, como o Amazonas.
Passado algumas horas, os alertas histéricos dos não-gaúchos começavam a aparecer, a maioria reclamando que nunca pegaram ventos de mais de 20km/h ou frio abaixo de 20 graus.
Mas estes são os fracos.
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1 comentário, tchê! ↓
Porto Alegre, a primeira cidade a sobreviver ao Segundo Dilúvio http://migre.me/cbsh /hahahaha
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